Friday, July 16, 2004

something ...er!

From those eyes I saw
the sadness falling down
In such a wicked form
As strong as a storm.
 
I tried to dry it but,
My hands were so wet  in passion that,
All I could was hurt more and more
Those  eyes once I adored.
 
Felt those lips
"reded" of love
Frozen by the loneless
My blame...Can´t stand!
 
The hug is not the same          
That´s my only blame
I know I can't pretend
even I can't stand
 
 
Odiei isso!

Saturday, July 10, 2004

Manhãs de Sábado

Sábado é realmente um dia muito engraçado! Acordar e saber que não há nenhum compromisso a cumprir... sentir a liberdade do sol... ouvir o silêncio sendo quebrado pelos cantos dos pássaros... Nossa...quanta coisa!
É por esse dia que eu esperava quando criança, pq era nesse dia que eu saia para passear com minha tia.
Íamos geralmente à alguma loja de departamentos e ficávamos vendo as coisas.. eu sempre saia lucrando algum brinquedo que era a alegria do dia inteiro.
Hohe em dia, os sábados já não têm mais essa magia do brinquedo, mas tem a magia do descanso...o santo descanso!
Tavernard, meu poeta favorito, morreu em uma manhã de sábado...

Tuesday, July 06, 2004

THE SECRET( por: Ivan Jangoux e Izabela Alves)

It’s cold and it tastes sour
With papers all teared up
There’s a lady laughing out loud
With a secret behind her eyes

Everything over over again
Anything is so true (untrue) under their hands
You know it’s not over again
Trying to uncover internal pains

In a moment everything changes
Every people hiding and pretending
As footsteps are coming from the dark
With nothing to cover behind

Voz 1:
(Maybe something was left behind me)
(Or there’s something I wasn’t told)
(There’s a secret inside your mind)

Voz 2:
You can say there’s nothing inside
But everyone has something
It’s so much to care, so much to hide
And you if you need then you can
All the truth and all the lies
you have never told me
that shows there’s another side
Besides the one that you show


Sunday, July 04, 2004

A lágrima

De um rosto muito triste,
uma lágrima caiu.
Foi caindo, foi caindo...
até que no chão se espatifou.

E seguiam muitas outras,
caindo, se espatifando,
evaporavam, sumiam...

Até que uma, aborrecida com tudo aquilo,
um bramido soltou:
-" Ora mas o que é isso?
Para que jogar-nos?"
Mas ningém a ouvia...

Mais uma lágrima caia...
se espatifava... e a outra
teimando em seguir as companheiras
resmungou: " Não é nossa culpa!
Deixa-nos em paz, ó infeliz criatura"

Mas a criatura não ouvia,
sua alma não entendia a linguagem das lágrimas
e seu coração estava muito ocupado sofrendo
Até que num ato impensado..
aquela lágrima revoltada...indignada...
suicidou-se...

E foi caindo... espatifando...
evaporando...

Izabela Alves.

Saturday, July 03, 2004

A Moça da motocicleta

Calma! Eu não sou lésbica e muito menos quero imitar Safo! Esse poeminha eu fiz ontem enquanto o Ivan vir me buscar para o ensaio. Apenas ví uma figura curiosa, de cores espalhafatosas passando... e escrevi!

A MOÇA DA MOTOCLICLETA

A moça da Motocileta,
não sei quem é
Nem quem foi
O que os meus olhos atraiu
Foi o colorido com o qual passou.

Amarela era a motocileta
Ela, cor-de-rosa.
Não sei quem foi,
Nem quem é
Mas meus olhos avistaram-na
passando por minha rua.

Mirradinha, de pele morena,
Ia para algum lugar
Que nem imagino qual seja...
Ou qual fosse...
Para a vida ou
Para a morte...
Não sei, pois!

Mas nunca mais verei
n´algum dia desses,
sua motoclicleta amarela
passando tão depressa
por minha rua.

Izabela Alves.

Wednesday, June 30, 2004

Você pediu e eu atendi!

Presente do Dia ( para Rafael)

De minha boca quente e virginal
Escorrem palavras
Surreais ao olhar teu
Refletir sobre meu
jeito
colorido, multicor, livre!

De tua boca fria e lasciva
as respostas claras e precisas
assombradas e imperativas
nosso teu , meu nosso.

Multicor e livre,
meu nosso
Monocromático e monossílabo
nosso teu.

E assim vivemos sem entender nada!
Acreditando saber de tudo...

Izabela Alves
-----
Espero q vc tenha gostado!

Tuesday, June 29, 2004

Mudanças! Move up again!

Penso muito sobre o futuro. Não tenho medo do que me espera porque o destino nunca reservou nada amargo pra mim. Os maus bocados são passageiros. Só é engraçado quando começo a lembrar do passado.... ae vem uma sensação engraçadíssima!
Por exemplo, estou prestes a entrar com tudo na fase adulta e independente. Tudo o que estou vivendo tem um gosto maravilhoso de maturidade... mas eu lembro de quando tinha dez anos de idade...metade do que tenho hoje. Nossa, me sinto mesmo metida a gente grande!
Pensar que daqui a pouco as brincadeiras e as manias de pequena ficarão apenas em minhas memórias... não é ruim, mas não é de todo agradável também...
Sei lá, lidar com grandes mudanças nunca será fácil, não é^? Talvez aí esteja a maior graça delas!